Ouçamos a bela reflexão do Papa Francisco sobre o Ato penitencial da Missa:

Ouvir em silêncio a voz da consciência permite reconhecer que os nossos pensamentos são distantes dos pensamentos divinos, que as nossas palavras e as nossas ações são muitas vezes mundanas, guiadas, isso é, por escolhas contrárias ao Evangelho. Por isso, no início da Missa, fazemos comunitariamente o ato penitencial mediante uma fórmula de confissão geral, pronunciada na primeira pessoa do singular. Cada um confessa a Deus e aos irmãos “ter pecado em pensamentos, palavras, atos e omissões”. Sim, também por omissões, ou seja, ter deixado de fazer o bem que poderia ter feito. Muitas vezes nos sentimos bravos porque – dizemos – “não fiz mal a ninguém”.

Na realidade, não basta não fazer o mal ao próximo, é preciso escolher fazer o bem aproveitando as ocasiões para dar bom testemunho de que somos discípulos de Jesus. É bom ressaltar que confessamos tanto a Deus quanto aos irmãos ser pecadores: isso nos ajuda a compreender a dimensão do pecado que, enquanto nos separa de Deus, nos divide também dos nossos irmãos e vice-versa. O pecado rompe: rompe a relação com Deus e rompe a relação com os irmãos, a relação na família, na sociedade, na comunidade: o pecado rompe sempre, separa, divide.

Seleção: Leônidas Almeida (Mundo Novo/Ba)

 

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