Dia do Padre e Primeiro Domingo de agosto: dedicado às vocações sacerdotais

Neste dia 4 de agosto, comemoramos o Dia do Padre, também lembrado amanhã, primeiro domingo deste mês vocacional. Queremos, hoje, rezar por nossos sacerdotes, que se dedicam todos os dias para que cada pessoa de nossas comunidades tenham um encontro de fé e amor com Nosso Senhor Jesus Cristo! Que Nossa Senhora, interceda por cada um. 👏👏🎉🎊


Primeiro Domingo de Agosto: Vocações Sacerdotais

Ser padre é primeiro uma dádiva que Deus faz livremente à sua Igreja, sem nenhum mérito da parte deles, homens que servirão o povo de Deus pelo anúncio da boa nova. É uma dádiva que Deus faz livremente àquele que ele está chamando: ‘Não foram vocês que me escolheram, diz o Senhor, mas fui eu que escolhi vocês’ ( Jô 15,16). Ser padre é uma graça feita à igreja, pois o ministério do padre estrutura o corpo de Cristo que é a Igreja. Ser padre é também uma responsabilidade para aquele que, dia após dia, deve guiar e santificar seus irmãos, levando-os pelo caminho da santidade.
Ser padre, enfim, é uma alegria profunda para aquele que, com seus irmãos padres, torna-se o colaborador do bispo no anúncio da boa nova da salvação e o dom da vida através dos sacramentos, o da eucaristia em particular.

O sacerdócio é um dos sinais do amor e fidelidade de Deus. Deus escolhe homens para colocá-los a serviço do povo numa dádiva definitiva da sua existência a Cristo, cabeça da Igreja.

Este chamado de Deus pode se manifestar muito cedo. É preciso acolher com muito respeito o que a criança pode viver, sem substituir a vontade de Deus colocando-se depressa no lugar dele.

Quando o chamado se faz mais preciso, na adolescência, surgem muitas perguntas e o jovem precisa então encontrar no seu caminho testemunhas confiáveis. A direção espiritual é mais do que nunca benéfica e deve ocorrer num clima de liberdade, em contato com os pais, quando isso for possível, pois a direção espiritual acompanha o crescimento humano e intelectual do jovem.

É muito importante os estudos. Uma coisa é certa: não entramos para o seminário porque fracassamos em outras atividades. Não entramos para o seminário porque não nos interessamos pelos outros estudos, mas somos, segundo pretendemos, atraídos unicamente pelos estudos religiosos, pois ser capaz de mais tarde dar nossa vida para o serviço da Igreja supõe que somos capazes, no momento presente, de dar o melhor de nós mesmos. A vocação sacerdotal é um chamado de Deus que se exprime subjetivamente pela alegria e pelo desejo de responder generosamente a este chamado.
As vocações chamadas ‘tardias’ são cada vez mais freqüentes hoje em dia. Elas demonstram as dificuldades que os jovens encontram para fazer o discernimento da sua vocação antes de entrar para a vida ativa. O chamado de Deus pode assim ser ouvido em todas as idades, e é normal que todo cristão se questione sobre ele num momento ou noutro da sua vida.

Nada é mais precioso que o testemunho dado pelos próprios padres sobre a beleza de sua vocação e a alegria que proporciona o serviço do povo de Deus e o anúncio da boa nova. Um padre feliz no seu ministério faz, sem ele mesmo o saber, muito bem, pois é certo que a identificação possível com um padre é para um jovem critério importante no desenvolvimento da sua própria vocação.

Fonte: https://www.arquidiocesedepassofundo.com.br/site/node/871

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